top of page
Buscar

Reciclagem: série especial destaca a importância de um ato tão simples para o meio ambiente e para a economia

  • Foto do escritor: Olé Comunicação
    Olé Comunicação
  • 29 de jan. de 2025
  • 2 min de leitura



No ano em que o Brasil será o centro das atenções no mundo por causa da Conferência do Clima, em Belém, a COP 30, o Jornal Nacional abre a temporada de reportagens especiais de 2025 com um tema que diz respeito a cada um de nós. Um ato banal do nosso dia a dia que a maioria dos brasileiros se acostumou a repetir de forma automática, sem pensar: a quantidade gigantesca de recicláveis que vai parar em aterros e lixões tem reflexos na qualidade de vida de todo mundo.


Para a maioria dos brasileiros, a lixeira é o capítulo final da história das coisas que já tiveram alguma utilidade. A gente usa e joga fora. Só que esse é o ponto de partida de várias outras histórias que fazem a diferença na nossa vida.


A agente ambiental Flávia Souza recebeu o Jornal Nacional na casa dela em São Paulo para mostrar o que é rotina por lá há quatro anos. Ela ensina a fazer coleta seletiva dentro de casa:


Laura da Cruz, da ONG Pimp My Carroça, brilha nas redes sociais com outras dicas importantes. Flavia aprendeu a separar o chamado lixo seco: papel, papelão, vidro, plásticos e metais.


Flavia e Laura pertencem a uma minoria da população que faz coleta seletiva do lixo. Só 8% dos recicláveis no Brasil são realmente reciclados, segundo estimativas das empresas de limpeza pública. Já as indústrias afirmam que o percentual é maior, dependendo do material. Mas todos concordam que é preciso fazer muito mais.


Cada brasileiro gera em média pouco mais de 1 kg de lixo por dia. Ao final de um ano, essa quantidade chega a aproximadamente 380 kg. Metade disso é de materiais recicláveis. Considerando a expectativa média de vida do brasileiro, que é hoje de pouco mais de 76 anos, nós deixaríamos por aí, ao longo de uma existência, quase 30 toneladas de materiais recicláveis no lugar errado. Um gigantesco desperdício.


Você pode até fazer a sua parte, mas não depende só de você. Lixo é assunto de prefeito. Mas só 30% dos municípios têm algum programa de coleta seletiva.


A nova rotina em Piracaia só foi possível graças ao Instituto Recicleiros. Uma ONG que já levou a coleta seletiva para 14 municípios do Brasil. As prefeituras interessadas em receber ajuda do projeto precisam, primeiro, aprovar leis que instituam a coleta dos recicláveis.


 
 
 

Comentários


bottom of page